Domingo, Fevereiro 27, 2005



Turn
Travis

I want to see what people saw
I want to feel like I felt before
I want to see the kingdom come
I want to feel forever young

I want to sing
To sing my song
I want to live in a world where I belong
I want to live
I will survive

And I believe that it won't be very long
If we turn, turn, turn, turn, turn
Then we might learn

So where's the stars?
Up in the sky
And what's the moon?
A big balloon
We'll never know unless we grow
There's so much world outside the door

I want to sing
To sing my song
I want to live in a world where I'll be strong
I want to live
I will survive
And I believe that it won't be very long
If we turn, turn, turn, turn
And if we turn, turn, turn, turn
Then we might learn

Turn, turn, turn, turn
Turn, turn, turn
And if we turn, turn, turn, turn
Then we might learn
Learn to turn

KEMIS VIANA DA SILVA - 4:31 PM

Critiquem-me:

Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005



Plunkt Plakt Zum!

Lembranças de uma época que não volta mais.
De um dia desses para cá, entrei numa onda totalmente retrô. Separei uma pasta de MP3 à parte só com os hits que marcaram a década de 80 e fico horas viajando no tempo.
De novo ela! Essa intrigante época que passou deixando no coração e na mente de seus contemporâneos um rastro de saudade e nostalgia, que pode ser facilmente encontrado no rosto dos mais diversos filhos dessa chamada Geração X.
Para não perder o costume, venho tentando sondar de maneira mais científica o porquê dessa época ter deixado tantas lembranças boas, a despeito de sua estética, hoje notoriamente tosca, no sentido mais estrito da palavra.
Listaria resumidamente os seguintes adventos como fundamentais para caracterizar fortemente aquela época.
Na música: o uso do sintetizador digital;
Na televisão: a descoberta do videoclipe;
No entretenimento: o uso dos primeiros videogames;
(Se alguém lembrar de algo mais relevante, me ajudem, por favor).
Assistir a um clipe da Cyndi Lauper nos dias de hoje é uma experiência no mínimo engraçada. As pessoas se vestiam extremamente mal, combinando (ou tentando combinar) uma profusão absurda de cores vivas. Os penteados eram os mais horríveis possíveis. Mas a sensação de saudade acaba vindo naturalmente.
Meus questionamentos são simples: será que realmente essa época teve um grau de peculiaridade tal que chegue ao ponto de diferenciar a saudade que se sente dela das demais saudades, como a de nossos pais, por exemplo?
Ou será que isso é apenas a falsa impressão de quem tem uma opinião apaixonada sobre uma época inesquecível da vida?
Será que a garotada de hoje, assim como nós, vai ter do que sentir saudade, numa época em que todos os registros estão devidamente armazenados e documentados em arquivos digitais?
O fato é que por onde quer andemos, é fácil encontrarmos soldados desta legião de órfãos da década de 80 que, assim que tocam no assunto, dão início a uma sessão-nostalgia, que rendem alguns bons minutos de lembranças sobre os personagens e momentos mais tronchos que se possam imaginar.
É bom saber que não sou o único. Tenho até pensado insistentemente em organizar uma festa que seja tocada à base de trilha sonora da época. Definitivamente, só entende quem viveu.

KEMIS VIANA DA SILVA - 2:35 AM

Critiquem-me:

Quarta-feira, Fevereiro 16, 2005


Entre umas e outras

Estava assistindo a Sideways, indicado ao Oscar, e já estava nos 18 minutos do CD 2, quando eles chegaram.
Meus amigos. Buzinaram na frente de casa quando tudo já estava apagado. Eu abro o portão e me sai do carro um batalhão carregado de bolo de chocolate, salgadinhos e refrigerantes pet.
Gostei muito da surpresa, de compartilhar da companhia de meus queridos, que parecem entender a essência da minha pessoa melhor que ninguém.
Que me suportam com minhas crises nada esporádicas durante todo o ano. E que me fazem experimentar desse momento contente de minha vida.
Esse início de ano tem sido muito bom. E por que razão, não me perguntem. Eu estou com a conta no banco quase vazia, continuo sem namorada e no mesmo emprego mais-ou-menos. Mas tenho me sentindo bem.
Quanto ao filme, acabei de assistir o resto hoje. Muito bom!
E só tenho a dizer que o personagem principal do filme tem uma relação tão direta comigo que inevitavelmente me identifiquei.
Mas para a vida real, quero uma coisa bem diferente daquilo. Assistam ao filme e entendam o que quero dizer.


KEMIS VIANA DA SILVA - 2:55 AM

Critiquem-me:

Sábado, Fevereiro 05, 2005


"Me digam uma coisa, por favor..."

O que se pode fazer quando você chega a um ponto em que tudo aquilo que você imaginava de mais terrível para si se torna realidade?
Quando os piores e mais temorosos pesadelos que você sempre teve confirmam-se como reais?